quarta-feira, 29 de junho de 2011

Trabalho Acadêmico

Quem estuda e trabalha sabe da dificuldade de conciliar os prazos nos dois ambientes. Quem paga é a vida acadêmica, cujos trabalhos normalmente tomam mais tempo do que o esperado, para serem feitos, ou, simplesmente, ficam para a última hora. E haja Trabalho Acadêmico!

Agora, o poema está à disposição no Literatura Errante. No Verso Errante.

sábado, 25 de junho de 2011

Verso Errante

Publico meu Verso Errante, e é só. Gostando ou não, é verso, é arte, precisa de público.

Agora, o poema está à disposição no Literatura Errante. No Verso Errante.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

EM OBRAS!

Bem, pessoal,
     Conforme o prometido, voltamos com verso e prosa. Há muito mais por vir. No momento, estamos experimentando algumas mudanças de layout, fontes... nada com ar de definitivo, até o momento. Peço, grato desde já, pela sua paciência, e, se for o caso, sugestões serão bem-vindas... Não que não gostasse do visual antigo, mas algo estava faltando, e assim que eu descobrir o que é, o LiteraturaErrante terá uma outra cara.
     A propósito, dizem as más línguas, à boca pequena, que teremos reforços... o que significa? Aguarde, e verá!

Pablo de Araújo Gomes

sábado, 18 de junho de 2011

Toda Aquela Carne

O que você faria se começasse a associar beleza à carne humana? O que faria com todas as belas pessoas que passassem à sua volta? Como se saiu nosso herói, no conto Toda Aquela Carne?

Veja esse e outros textos em Prosa Errante. E seja bem-vindo ao Literatura Errante!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

LITERATURA ERRANTE ESTÁ DE VOLTA!

     Senhoras e Senhores, trago boas novas!
     Não sou Cazuza, certamente, e também não vi a cara da morte. Mas o Literatura Errante está voltando, devagar e sempre. E de cara nova!
     Tudo bem, eu reconheço que ainda está uma bagunça. Na verdade, estou reformulando muita coisa. Talvez tudo ou quase tudo, ainda não sei. Mas estou voltando aos poucos. Tenho voltado a atualizar o repertório de versos, e logo logo voltarei com crônicas quentinhas. Talvez, polêmicas, também, e, espero, com muito humor para você se divertir. Por fim, pretendo retomar logo em seguida o Conto Vampiresco, também sob estudo e reformulação.
     Reconheço, no entanto, que O Levante e os Contos de Mu ainda pedem mais paciência. Definitivamente, não tenho tido tempo para escrevê-los, e demorarei para atualizá-los.

     Pois bem, já me estendi demais. Mãos à obra!

Pablo de Araújo Gomes, 27/05/2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

Perder sem ter

Perder o que temos é um incômodo, um desagrado. Procuramos evitar, e nos aborrecemos quando acontece. Mas, ao contrário do senso, talvez até do bom senso, concluí que é deveras possível algo Perder sem ter. E como dói!

Agora, o poema está à disposição no Literatura Errante. No Verso Errante.