Dizem que uma história de amor, depois do fim, jamais volta a ser a mesma. Depois de saradas as mágoas e feridas deixadas no passado, pode-se até tentar um retorno, mas, algo morre, algo fica morno. Ou a paixão intensa queima tudo de forma inesperada, e nada mais resta inteiro dessa poderosa combustão. É sobre isso que trata o poema Criogenia.
Agora, o poema está à disposição no Literatura Errante. No Verso Errante.
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Pablo de Araújo Gomes